quarta-feira, 19 de junho de 2024

IA

Desde meados de 2023 temos novos sistemas na internet, as inteligências artificiais (IA). Uma das mais utilizadas (e uma das mais antigas) é o ChatGPT, que já vai na versão 4. Resumindo muito, é uma IA com interface de chat, que gera textos sob demanda.

Eu pedi a ela pra que ele fizesse uma análise do estilo de escrita deste blog e fizesse um texto sobre IA. Aqui está o resultado.

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Inteligências Artificiais: Amigas ou Inimigas?

Se tem uma coisa que está na boca do povo hoje em dia, é essa tal de Inteligência Artificial, ou simplesmente IA. Mas o que é isso, afinal? Para muitos, parece coisa de filme de ficção científica, tipo aqueles robôs super inteligentes que um dia vão dominar o mundo. Calma lá, vamos com calma.

A IA nada mais é do que uma tentativa de fazer com que máquinas pensem e aprendam como a gente. Pensa no Siri do seu iPhone, no Google Assistente ou na Alexa. Todos esses são exemplos de IA que já fazem parte do nosso dia a dia, ajudando a gente a encontrar informações, tocar música ou até mesmo controlar a casa. Mas e aí, isso é bom ou ruim?

Olha, eu diria que, como quase tudo na vida, depende. Por um lado, as IAs podem tornar nossas vidas muito mais fáceis. Quem não gosta de pedir um “alô, Alexa, toca aquela playlist top” e já começar a festa? Ou então usar o Waze, que usa IA para nos livrar dos engarrafamentos? Aí sim, né?

Por outro lado, tem gente que fica com um pé atrás. Tem aquela velha preocupação: "Será que os robôs vão roubar nossos empregos?" É, a tecnologia está avançando e algumas funções podem realmente ser substituídas por máquinas. Mas, como diria minha avó, "quem não se atualiza, dança." A saída é buscar sempre aprender coisas novas e se adaptar.

E tem mais: a IA não é perfeita. Já viu aquelas recomendações de filme na Netflix que não tem nada a ver com o que você gosta? Pois é, ainda tem muito o que melhorar. Fora os riscos de privacidade e segurança, que não são bobagem. Imagina só um hacker invadir o sistema do seu carro autônomo? Melhor nem pensar...

Enfim, a IA está aí, e parece que veio para ficar. Como em tudo, o segredo está no equilíbrio. Aproveitar as facilidades que ela traz, mas sem esquecer de manter o olho aberto e se preparar para as mudanças que vêm por aí. No final das contas, é como qualquer outra ferramenta: depende de como a gente usa.

Então, bora aprender e se adaptar, porque o futuro já chegou e não dá pra ficar parado no tempo!

 

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Você que está lendo este post, compare com os outros e tire suas conclusões.

Jotaeme com CNH!!

Mais uma novidade, este escrevinhador agora tem CNH! 


Como as coisas não acontecem comigo de maneira simples, "senta que lá vem estória".

Em meados de 2023 eu consegui um dinheiro e aproveitei para dar entrada no processo da CNH. Fiz pesquisa de preço aqui em Garanhuns e encontrei um CFC (Centro de Formação de Condutores, conhecido como autoescola) que estava dando um desconto se o processo fosse feito por ali.

Eu já tinha o acesso Gov.br em nível ouro (isto cabe outro post a esse respeito, mas resumidamente é o seguinte: o Governo Federal mantém um portal, gov.br, para as pessoas terem acesso a informações e alguns benefícios dele, e este portal tem níveis de acesso, do menor para o maior nível, a saber, bronze, prata e ouro), aí foi relativamente fácil emitir o boleto para o DETRAN de Pernambuco, para o pagamento do exame médico e psicológico. Paguei e aproveitei para colocar EAR na carteira (EAR - exerce atividade remunerada). Fiz apenas para categoria B, porque eu só tinha dinheiro para a B naquele momento.

Por quê EAR? Eu pensei o seguinte: pode haver oportunidade de fazer algum serviço de motorista (aplicativo, entrega, etc) e com esta inscrição eu fico dentro do critério de pessoa que trabalha com o carro. Além disso, para a carteira B (pelo menos por enquanto) não há necessidade de exame toxicológico, só quando ou se eu fizer upgrade da CNH.

O exame médico foi feito com oftalmologista designado, e o exame psicológico foi feito em uma clínica de uma psicóloga que eu já a conhecia de vista. Tive parecer apto no oftalmo, e o primeiro parecer dela foi temporariamente inapto por conta do feriado dos dias seguintes (acho que foi o feriado de Finados), mas depois do feriado ela emitiu novo parecer, desta vez apto.

Voltei para o CFC com o boleto pago, paguei antecipado pelas aulas (teóricas e práticas) e no fim do ano eu fiz as aulas teóricas. 

A respeito das aulas teóricas: a gente recebeu a apostila com a teoria, eu fiz uns quatro simulados no decorrer das aulas com todos os assuntos, mas sobre a quantidade de aulas presenciais (uma semana de aulas), eu acho que foram poucas. Mas eu estudei a apostila, fui fazer a prova teórica na CIRETRAN de Garanhuns e acertei 23 questões. A prova tem 30 questões, é feita nos computadores da CIRETRAN, e a quantidade mínima de questões para ser aprovado são 21 (pelo menos até o dia da escrita deste post). 

OK, fui aprovado na teórica, e fiquei esperando abrir vaga para as aulas práticas. O ano teve que virar pra eu poder ter vaga! Duas semanas de aulas práticas, que variaram entre uma hora ou duas por dia. Primeiro contato com o carro, botões e alavancas, troca de marchas, circuito, depois rua.

Aqui em Pernambuco o/a candidato/a faz a prova prática em um circuito na CIRETRAN. Aqui em Garanhuns os testes são, nesta ordem: parada em rampa, semáforo, ciclista, baliza. Tudo, sempre em primeira marcha. Antes havia o teste da garagem, mas foi retirado na minha vez. E os CFCs imitam o circuito nos seus espaços de prática.

A parte da baliza, por incrível que pareça, foi bem fácil de decorar e fazer. É praticamente uma coreografia que a pessoa faz com o carro. Três minutos para colocar o carro dentro da vaga, e eu estava fazendo isso com pouco mais de um minuto e meio. Semáforo, é parar no sinal vermelho (depois eu soube que a pessoa tem que parar no amarelo), fazer controle de embreagem e sair no sinal verde. A dificuldade mesmo foi a rampa. Eu estava sempre deixando o carro estancar, "morrer". Quando eu conseguia sair, era acelerando e cantando pneu. Eu já estava até preocupado, de tanto errar eu estava com medo de treinar e fixar o erro, em vez de fixar o procedimento certo.

Foi necessário vir outro instrutor para eu poder pegar o jeito do controle da embreagem na rampa. Mesmo assim, precisei fazer três (3) testes práticos.

O primeiro teste foi uma negação. Emocionado como estava, só depois de sair com o carro eu me lembrei de... engatar a primeira marcha. Sério, eu saí com o carro em ponto neutro (ponto morto)! Logicamente, o carro nem sequer subiu a rampa, estancou ali mesmo. Eliminado, por contagem de pontos (máximo de três pontos). O jeito foi pagar a taxa e reagendar.

Da segunda vez, saí com o carro, engrenado, mas depois de parar na rampa... o carro estancou. Duas vezes. Eliminado de novo. Desta vez não foi só pagar a taxa, eu tive que pagar algumas aulas extras.

Mas da terceira vez deu certo. Consegui fazer o controle de embreagem, o carro passou suave pela rampa, aí pensei, agora eu consegui! Passei pelo semáforo (verde pra mim), pelo ciclista, fiz a coreografia da baliza e, quando eu estava saindo, percebi que tinha outro carro se aproximando para a baliza também. Esperei ele passar, saí da minha vaga, e eu estava me aproximando dele quando perguntei ao examinador se eu parava atrás ou se eu passava, ele me disse apenas que o motorista era eu, eu que decidisse. 

Fui. Passei do lado do carro (que estava parado já, se aprontando para a baliza), bem junto do meio fio da esquerda, e só sosseguei depois que passei dele. O final foi entregar o carro e esperar, ansiosamente, os cinco dias úteis (sete dias corridos) para baixar o aplicativo da CNH digital...

E aparecer o documento, com aquela foto do início. Sim, é PPD (permissão para dirigir), e preciso de mais um ano para pegar a CNH definitiva. Mas para todos os efeitos, este escrevinhador está habilitado!

Sim, o documento é lindo. Foi sonhado, chorado, obtido com esforço, ansiedade, dinheiro extra. Mas a foto, concordo, está horrível! 

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Bom, agora só falta o carro pra fazer jus à carteira. Se estiver a fim de ajudar este escrevinhador, mande um pix.

Sobre o meu trabalho atual

 Eu fiquei devendo desde 2020 uma postagem sobre o meu trabalho. Vou tentar explicar.


Eu trabalhava como psicólogo, em um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) na minha cidade, Garanhuns. O que faz um CRAS? Resumindo bastante, presta assistência social para as pessoas que precisarem, que moram dentro do território de abrangência dele (um município inteiro, uma cidade inteira ou um pedaço dela, dependendo da quantidade de famílias ao redor).

A gente presta orientação sobre o Cadastro Único, o programa Bolsa Família, os benefícios socioassistenciais concedidos pelo governo federal e pelo municipal, e encaminha casos que vão além das nossas atribuições para quem é capacitado para atender essas demandas. Casos de pedido de aluguel social porque a casa caiu, é caso nosso. Casos de violência doméstica, a gente encaminha. 

Desde 2023 eu trabalho dentro da Secretaria, em um departamento chamado de Vigilância Socioassistencial. Existe a parte teórica e a prática do meu trabalho. A parte prática é a de coletar informações (dados) geradas pelo Cadastro Único e Programa Bolsa Família, pelos equipamentos vinculados à Secretaria e de fontes diversas (Secretaria Estadual de Assistência Social, IBGE e outras), processar estas informações e divulgá-las para quem se interessar por elas. Uma parte do meu serviço pode ser encontrada aqui.